A polidez é uma virtude das mais interessantes.
Você aprendeu a não falar a verdade, a simular um bem gostar de outrém porque precisa manter as aparências.
Manter as aparências serve para que você obtenha vantagens, imaginárias ou reais.
Feliz Natal e um Próspero Ano Novo!
Eu desejo, e você que não gosta de mim responde: - Minha querida! Mantenha esse jeito meigo e feliz de ser que sempre contagia a todos.
Mensagem real: - Morra mocreia.
Minha intenção ao enviar a mensagem para você: Renda-se, ainda tenho vantagens que você poderá querer.
Bjs a todos, meus sinceros votos aos que amo (que são pouquíssimos)
Ao restante, quero mais é que se dêem bem e que eu não precise mais ter que conviver.
Tá, mentira, eu quero que se fodam, bem longe de mim.
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Têndencias para o próximo ano (desejos ocultos, impublicáveis aos poucos)
1. Saiba escrever seu idioma natal
2. Depois, aprenda um novo idioma
3. Culpar-se é arranjar desculpa para si mesmo
4. Achar pelo outro é perder-se
5. Justificar-se é enganar-se
6. Cavalo não tem chifre, não adianta procurar
7. Existem gnomos que roubam pequenos objetos, ou que os trocam de lugar dentro de casa
8. Qualquer meio de comunicação é alienante, seja quente, seja frio, seja misto (ninguém fala de meios mistos né?)
9. Contato com outra cultura não é ver fotos na internet
10. Seja humilde, você é só mais um, não tem nada de especial
11. Autoajuda serve, pra você terminar com tudo sem dor (seja lá o que vc quiser terminar)
12. Faxineiras ou são boas ou são de confiança
13. O "inho" que o brasileiro usa pra tudo é a tradução da autoestima baixa de toda a população (um dia eu desenvolvo a teoria, que inclui também o elevado número de cirurgias estéticas, sejam em homens ou em mulheres)
14. Reclamar é bom, e fofocar deve ser transformado em planos estratégicos de ação
15. O amor é bom, mas... nem pense no mas, senão estraga (e pra que cagar?)
2. Depois, aprenda um novo idioma
3. Culpar-se é arranjar desculpa para si mesmo
4. Achar pelo outro é perder-se
5. Justificar-se é enganar-se
6. Cavalo não tem chifre, não adianta procurar
7. Existem gnomos que roubam pequenos objetos, ou que os trocam de lugar dentro de casa
8. Qualquer meio de comunicação é alienante, seja quente, seja frio, seja misto (ninguém fala de meios mistos né?)
9. Contato com outra cultura não é ver fotos na internet
10. Seja humilde, você é só mais um, não tem nada de especial
11. Autoajuda serve, pra você terminar com tudo sem dor (seja lá o que vc quiser terminar)
12. Faxineiras ou são boas ou são de confiança
13. O "inho" que o brasileiro usa pra tudo é a tradução da autoestima baixa de toda a população (um dia eu desenvolvo a teoria, que inclui também o elevado número de cirurgias estéticas, sejam em homens ou em mulheres)
14. Reclamar é bom, e fofocar deve ser transformado em planos estratégicos de ação
15. O amor é bom, mas... nem pense no mas, senão estraga (e pra que cagar?)
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Admiração sulfúrica
Você tem 20 anos e acha que essa galera é a mais legal, intelectual, donos do mundo.
Você tem 30 anos e acha que alguns dessa galera, que você acompanha pelas redes sociais (numerologia 666), são uns babacas.
Parabéns, você está ficando rabugento.
p.s.: porque exigência é ser rabugento.
Você tem 30 anos e acha que alguns dessa galera, que você acompanha pelas redes sociais (numerologia 666), são uns babacas.
Parabéns, você está ficando rabugento.
p.s.: porque exigência é ser rabugento.
Sabedoria Bob Marley em momentos randômicos, mais aleatórios
Estava andando cabisbaixa na rua, estava triste.
Um mendigo "me" cantou: no, woman, no cry.
Um mendigo "me" cantou: no, woman, no cry.
domingo, 11 de dezembro de 2011
Descoberta
Eu sempre descubro as mentiras.
É um dom maldito, que às vezes eu preferia não ter.
Um processo doloroso, que começa com uma informação que não tem sentido.
Eu percebo que algo está fora de lugar e questiono. A pessoa responde e isto basta, é convincente.
Passam-se alguns dias e eu percebo um desconforto "no ar". Eu sinto uma desconfiança.
Acho outra pista, que ainda não tem conexão com a primeira.
Comento e noto um titubear na resposta.
Tudo muito rápido, fração de segundos...
E o meu estômago se contrai, se fecha. Instala-se a angústia.
Me dou conta de que é um quebra-cabeças e que as peças estão todas na minha frente, prontas para serem encaixadas, infelizmente.
Crio um cenário perfeito, amarrando todas as partes, como uma aranha construindo a teia perfeita para enredar a presa.
A comida é cozida em fogo brando, lentamente.
Diversas são as maneiras que encontro para abordar o tema aos rodeios, dando espaço para que a verdade venha à tona, mas nunca diretamente.
Entro num jogo, numa dança em espiral, direto para o fundo do poço.
Até que todas as peças estão no seu lugar e eu sei exatamente qual é a posição da última delas, o encaixe final.
Pronto.
O bote foi dado, a verdade revelada, uma tristeza propagada, a bile entornada, uma máscara caída.
É um dom maldito, que às vezes eu preferia não ter.
Um processo doloroso, que começa com uma informação que não tem sentido.
Eu percebo que algo está fora de lugar e questiono. A pessoa responde e isto basta, é convincente.
Passam-se alguns dias e eu percebo um desconforto "no ar". Eu sinto uma desconfiança.
Acho outra pista, que ainda não tem conexão com a primeira.
Comento e noto um titubear na resposta.
Tudo muito rápido, fração de segundos...
E o meu estômago se contrai, se fecha. Instala-se a angústia.
Me dou conta de que é um quebra-cabeças e que as peças estão todas na minha frente, prontas para serem encaixadas, infelizmente.
Crio um cenário perfeito, amarrando todas as partes, como uma aranha construindo a teia perfeita para enredar a presa.
A comida é cozida em fogo brando, lentamente.
Diversas são as maneiras que encontro para abordar o tema aos rodeios, dando espaço para que a verdade venha à tona, mas nunca diretamente.
Entro num jogo, numa dança em espiral, direto para o fundo do poço.
Até que todas as peças estão no seu lugar e eu sei exatamente qual é a posição da última delas, o encaixe final.
Pronto.
O bote foi dado, a verdade revelada, uma tristeza propagada, a bile entornada, uma máscara caída.
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